É hora do balanço final, mas principalmente, de agir de verdade

É hora do balanço final, mas principalmente, de agir de verdade

Basta se aproximar o fim de mais um calendário e fazemos automaticamente uma reflexão sobre nosso ano. A hora do balanço é um momento primordial para estabelecermos o que podemos fazer diferente. Talvez seja por isso que é tão difícil de encará-lo.

Antes, começo com uma história. Já tem mais de um ano que decidi que precisava retomar minhas atividades físicas para melhorar minha saúde. No começo, eu não sabia direito como ia fazer isso, mas tinha certeza que precisava cuidar mais dela.

Não tinha outro atalho. A energia ia ter que sair de algum lugar. Tomar a decisão até que não foi difícil. O complicado mesmo foi entender melhor como atingir este meu objetivo. Talvez seja esse seu problema, você sabe onde precisa melhor, a questão é onde e como.

Este texto, embora pareça sobre esforço, na verdade, ele se propõe falar como descobri que nem sempre querer é poder.Nem sempre deseja é fazer. Nem sempre saber é atingir. A parte mais fundamental de conseguir um objetivo é ter a coragem de encarar as mudanças.

O problema de definir meta

Voltamos a minha situação de sedentário. Decidi voltar a jogar bola depois de um tempo parado.

Bastou uma partida para descobrir que, embora haja uma intenção nova em meu coração, antes de voltar para o futebol, eu precisava garantir o fortalecimento dos meus músculos, tinha que aprender a lidar com minha respiração e ganhar um novo ritmo para conseguir render mais. Se eu tivesse ido ao médico, teria entendido melhor.

Ou seja, definir metas não tem a ver com “o que eu quero para meu futuro”, o que vale de verdade é “O que estou fazendo para garantir meu futuro”. Não importa o que quero, o que nos coloca em movimento, é saber como fazer. Motivação e disciplina andam lado a lado.

Falo isso porque neste período do ano em que muitas pessoas estão acostumadas a fazer um balanço em suas vidas, pessoais e profissionais, percebo que poucas delas entendem realmente que precisarão tomar atitudes diferentes para ter resultados diferentes nas suas vidas, nos negócios, no trabalho, mas ignoram as ferramentas. O óbvio também precisa ser dito.

Aprendendo que a mudança é necessária

Se eu queria mesmo ter um resultado diferente, meu cérebro precisava realizar um grande esforço para definir as respostas da pergunta: Que tipo de atividade é a mais adequada para sua condição?

Comecei a rastrear que tipos de interesses eu poderia desenvolver ligados a atividade física. Lembrei que durante minha adolescência e juventude eu sempre participava de times de colégio.

Acreditei que jogando bola eu ia conseguir melhorar minha saúde, mas não porque eu não mais a mesma pessoa. Não adianta aplicar velhas fórmulas para novas situações.

Surgiu a primeira frustração. Descobri que meu corpo já não estava mais acostumado com a energia que ele tinha que desempenhar para uma qualidade boa de jogo. Resultado: Aprendi que se queria jogar bola melhor, precisava realizar outras tarefas que complementarmente iriam me ajudar neste novo resultado.

Para ganhar perder peso, comprei um aplicativo medidor de calorias. Para saber quanto deveria me exercitar, monitorei meus batimentos na caminhada e depois na corrida. Para ganhar força, passei a trabalhar mais minhas pernas com exercicios voltados a ela. Para recuperar meu ritmo, passei a entender como deveria respirar.
Para entender como jogar melhor, assisti bons jogadores no YouTube.

São coisas simples, que não me transformaram em um grande craque de bola, mas foram ferramentas fundamentais para que meu objetivo maior fosse atingido. Você não pode ignorar novas ferramentas.

Como lidar com novas metas e novas ferramentas

O que você tem a ver com isso? Vamos lá! Não vejo problemas em definir objetivos voltados à produtividade, mas quando fazemos isso simplesmente para ter metas, sem entender a necessidade, a capacidade e o caminho claro, estamos na realidade investindo todo nosso recursos em lugares errados.

Não adianta nada definir como meta apenas "vender mais". Não adianta adotar medidas de mais produtividade se realmente não examinar quais benefícios elas estão fornecendo para sua realidade. Não podemos mais testar e depois do prejuizo ver o que se faz.

Se você baseia suas metas apenas pelo que acredita, pelo que o mercado diz, pelo que acredita que é certo, é bastante provável que esteja cometendo um erro enorme. Você precisa ser capaz de rastrear cada passo das suas metas de maneira mensurável.

Neste sentido, adotar uma meta comercial atingível precisará de ferramentas que possam lhe entregar valor visível.. Uma empresa não pode simplesmente deixar seus resultados na mão da sorte.

> Quando não temos uma noção clara do que queremos alcançar, não podemos elaborar um plano lúcido e eficaz de como chegar onde queremos.

Obviamente, que em determinado processo e fase inicial, é possível ser capaz de fazer algum progresso de resultados meio que instintivamente. Quando estamos fora de forma, qualquer movimento é lucro, mas é muito mais saudável considerar os objetivos corretos e desenhar um plano ideal mais focado nas respostas mais significativas.

Depois que sua meta orientada a resultados for claramente formulada, o próximo passo é aprender sobre praticamente todo os seus indicadores ao invés de querer reinventar a roda, tentar aprender com os sucessos e erros.

Metas sempre precisaram de ferramentas. E é por meio de uma mensuração precisa que será possível regular metas e evitar a pseudo-produtividade.

Você precisa testar um CRM para ajudá-lo retornos crescentes nas rotinas Isso pode ser suficiente para mantê-lo progredindo em vez de simplesmente ficar correndo no lugar, sonhando em estar na frente.