Empresas que investem em ações de marketing crescem. Não é intuição, é dado. A pesquisa Maturidade do Marketing Digital pontuou que 94% das empresas reconhecem a importância do marketing para seu crescimento, mas saber que precisa e saber o que fazer são coisas diferentes.
O problema não é falta de opção. É excesso. Tem canal demais, ferramenta demais, conselho demais, e pouco tempo para testar quais ações de marketing realmente funcionam para o seu negócio.
Segundo a pesquisa "A Realidade do Marketing no Brasil 2025" da HubSpot, 43% dos profissionais de marketing brasileiros apontam a atração e retenção de clientes como seus principais desafios. O segundo maior é medir se o que estão fazendo está funcionando.
Este artigo resolve os dois. Reunimos 12 ações de marketing com potencial real de aumentar vendas, e para cada uma que testamos no Moskit, mostramos o que aprendemos na prática, inclusive o que não funcionou.
Veja a seguir:
- Por que escolhemos essas ações de marketing?
- 12 ações de marketing para implementar na sua empresa
- Erros na hora de executar as ações de marketing
- Perguntas frequentes sobre ações de marketing
- O primeiro passo é mapear o seu processo
Por que escolhemos essas ações de marketing?
Esta não é uma lista de tudo que existe, é uma seleção do que funciona para empresas em diferentes estágios, ou seja, desde quem está começando a estruturar o marketing até quem já investe e quer melhorar o retorno.
O foco foi escolher ações que podem te ajudar a vender.
Todas as ações aqui tem lógica comprovada, aplicação prática e resultado mensurável. Algumas testamos no Moskit e documentamos o que aprendemos. Outras têm dados de mercado que justificam o investimento. Nas duas situações, você encontra o raciocínio por trás, não só o passo a passo.
12 ações de marketing para implementar na sua empresa
A seguir confira uma lista com as 12 ações de marketing que podem te ajudar a vender mais.
1. Amostras e teste gratuitos
A amostra e o teste gratuito são, na maioria das vezes, o primeiro contato real entre um cliente em potencial e um produto. Não o primeiro anúncio, não o primeiro e-mail, o primeiro contato real. Aquele em que o cliente para de ouvir sobre o produto e começa a usá-lo.
Em vez de depender de descrições e promessas, o cliente forma a própria opinião, e opinião formada por experiência pesa mais do que qualquer argumento de venda.
Empresas que entenderam isso cedo construíram modelos inteiros em torno do teste. A Netflix popularizou o mês gratuito no streaming. O Spotify deixa qualquer pessoa ouvir música antes de pagar por qualquer coisa. O Dropbox cresceu oferecendo espaço grátis antes de cobrar por mais. Em todos os casos, a lógica é a mesma: deixe o produto provar o que o marketing promete.
Do ponto de vista financeiro, a estratégia também se sustenta. Um relatório da Recurly, com análise de mais de 1.200 sites de assinatura, mostrou que 6 em cada 10 testes gratuitos convertem para planos pagos, com mediana de 66% para B2B e 57% para B2C. O custo de oferecer o teste raramente supera o retorno de quem converte.
O ponto de atenção é o prazo. Testes muito curtos não dão tempo para o usuário entender o valor. Testes longos demais reduzem a urgência. O equilíbrio depende da complexidade do produto, quanto mais elaborado, mais tempo o cliente precisa para chegar ao momento em que pensa: "não consigo mais trabalhar sem isso."
O que aprendemos oferecendo 7 dias grátis no Moskit
Quem chega no trial sem precisar cadastrar cartão vem com perfis bem diferentes. Tem quem quer conhecer CRM pela primeira vez, e tem quem já usa outra ferramenta e quer comparar na prática.

Imagem 1 - Exemplo de ação de marketing teste grátis
O aprendizado foi que o trial não é só uma porta de entrada, é uma conversa. Quem experimenta de verdade consegue ver onde o Moskit resolve o que a ferramenta anterior não resolvia e o cartão a menos reduz a barreira para quem já estava pronto para decidir.
2. Sorteios
Sorteio funciona porque mexe com algo que ninguém consegue ignorar: a chance de ganhar algo sem pagar nada por isso. Não é nostalgia, é psicologia. A possibilidade de um prêmio ativa o mesmo mecanismo emocional que faz pessoas comprarem bilhete de loteria sabendo que as chances são mínimas.
O que define se um sorteio gera resultado ou só barulho é o prêmio e o público. Um sorteio de R$ 500 em créditos para uma base que nunca ouviu falar da marca não constrói nada. Um sorteio do produto certo para o público certo traz seguidores que ficam depois que o resultado é anunciado. A Coca-cola, por exemplo, utliza sorteios e prêmios instantâneos há anos como estratégia de incentivo às vendas.
A urgência é o motor, prazo curto, regras claras e prêmio desejável, esses três elementos juntos fazem o sorteio trabalhar por conta própria.
3. E-mail marketing
Enquanto outros canais dependem de plataformas e investimento contínuo, a base de contatos é um ativo que a empresa constrói e mantém, independente do que acontece lá fora.
Veja também:
Quem está na sua lista foi porque quis, deixou o contato, aceitou receber mensagens, demonstrou algum nível de interesse. Isso já coloca esse público em outro patamar em relação a qualquer pessoa que vê um anúncio por acaso no feed.
Comparado a mídia paga, influenciadores e eventos, o e-mail marketing é uma das ações com melhor ROI, especialmente para empresas que ainda estão construindo presença e não podem apostar tudo em um único canal.
A lógica é falar com quem já demonstrou interesse, pelo canal que você controla, com custo baixo. Para nutrir relacionamento, divulgar lançamentos, recuperar clientes inativos ou simplesmente manter a marca presente, o e-mail continua sendo um dos poucos canais que faz tudo isso ao mesmo tempo.
O que aprendemos usando e-mail marketing no Moskit
Quando começamos, o objetivo era de que quanto mais gente receber, melhor.
A taxa de descadastro foi o primeiro sinal de que estava errado. O segundo foi perceber que estávamos falando de CRM com pessoas que ainda não entendiam por que precisavam de um.
A mudança aconteceu quando separamos a base por estágio e por perfil. E-mails diferentes para quem estava avaliando, para quem já testava, para quem tinha sumido. O conteúdo passou a fazer sentido para quem lia.

Imagem 2 - Exemplo de e-mail marketing
O aprendizado: mandar um e-mail certeiro para 200 pessoas certas converte mais do que um disparo genérico para 2.000.
4. Influenciadores digitais
A lógica do influenciador é antiga. Antes das redes sociais, era o vizinho que indicava o mecânico, o colega que recomendava o restaurante. O que mudou foi a escala, uma pessoa pode recomendar algo para 2 milhões de seguidores ao mesmo tempo.
O que não mudou é o mecanismo, a recomendação funciona porque vem de alguém em quem o público confia. Por isso o maior erro na contratação de influenciadores é escolher pelo número de seguidores. Um perfil com 200 mil seguidores no nicho certo converte mais do que um perfil com 2 milhões falando para todo mundo.
O segundo erro é tratar o influenciador como vitrine. As parcerias que geram resultado são aquelas em que o criador tem liberdade para falar do produto do jeito dele, porque o público percebe quando o conteúdo é roteiro e quando é opinião real.
Existe ainda uma terceira via que poucas empresas exploram: construir o próprio influenciador. Um fundador que fala publicamente sobre o mercado em que atua, um especialista interno que publica no LinkedIn, um perfil da empresa que tem ponto de vista, todos funcionam como influenciadores sem o custo de contratação externa.
Como o Eduardo Rodrigues virou o rosto do Moskit
Eduardo Rodrigues, diretor de operações e sócio do Moskit, publica no LinkedIn e no Instagram sobre gestão, vendas, mercado e CRM. Não como porta-voz da empresa, mas como alguém que vive o dia a dia do setor e tem opinião sobre ele.
O resultado é que a marca aparece em conversas que nenhum anúncio alcançaria. Quem segue o Eduardo não está buscando um software, está buscando referência. Quando a conversa chega no CRM, o Moskit já tem um rosto conhecido do outro lado. Construir o próprio influenciador dentro de casa custa menos e gera um ativo que fica.

Imagem 3 - Exemplo de post de influenciador da marca
5. Marketing de conteúdo
Toda empresa tem conhecimento que o cliente ainda não tem. Marketing de conteúdo é transformar esse conhecimento em material que atrai, educa e convence, sem precisar interromper ninguém com um anúncio.
A lógica é diferente da mídia paga. Em vez de ir atrás do cliente, a empresa cria algo que faz o cliente vir até ela. Um artigo que aparece no Google quando alguém pesquisa um problema. Um vídeo que responde uma dúvida comum do setor. Um guia que ajuda o cliente a tomar uma decisão melhor. Em todos os casos, a empresa chega antes da concorrência, não com uma oferta, mas com uma resposta.
O blog é o principal canal para essa estratégia. É onde o conteúdo vive, é indexado pelo Google e continua trazendo resultado meses depois de publicado. Um post bem feito sobre uma dúvida relevante do seu público pode gerar visitas por anos sem nenhum custo adicional.
O conteúdo funciona em camadas, atrai quem ainda não conhece a empresa, educa quem está considerando, e convence quem está perto de decidir. Cada etapa pede um tipo de material diferente, e a soma deles é o que transforma visitante em cliente.
O que aprendemos com o blog do Moskit
Os primeiros meses foram frustrantes. Publicávamos, olhávamos pro Analytics e nada mudava. O orgânico demorou para aparecer, mas quando apareceu virou um dos principais canais de aquisição de leads.
O erro inicial era tentar cobrir muitas keywords só para atrair tráfego. Quando ajustamos o foco para as dúvidas reais de quem já tinha o problema que resolvemos, o ranqueamento melhorou e os leads que chegavam eram mais qualificados. Conteúdo genérico atrai visita. Conteúdo específico atrai cliente.
6. Redes sociais
As redes sociais são o único canal onde a empresa consegue falar com o cliente, ser comentada por ele e observar o que ele pensa.
Mas presença nas redes não é o mesmo que estratégia, já que postar todo dia sem direção gera trabalho, não resultado. O que define se uma marca se destaca ou some no feed é como ela interage. Empresas que apenas divulgam produto viram um grande panfleto digital , enquanto empresas que entram nas conversas que o público já está tendo viram referência.
Veja também:
A Netflix, por exemplo, não usa as redes para vender assinatura, mas para participar da cultura pop que os próprios usuários criam em torno dos conteúdos. O resultado é engajamento orgânico que nenhum orçamento de mídia paga compra.
Dentro das redes, grupos e comunidades são o próximo nível.
Se o perfil público fala para todo mundo, o grupo fala para quem já escolheu estar ali. Essa diferença muda o tipo de conversa, e o nível de confiança. O Instagram formalizou isso com os canais, onde empresas podem oferecer conteúdos exclusivos para quem está ali.
7. Lista de transmissão WhatsApp
A taxa de abertura de mensagens no WhatsApp é muito alta, porque o WhatsApp está na mesma tela onde chegam as mensagens da família e dos amigos e é o aplicativo mais usado no Brasil.
Diferente do grupo, onde todo mundo vê todo mundo, a lista entrega a mensagem de forma individual, como se fosse um contato direto. O cliente recebe, responde se quiser, e não precisa conviver com dezenas de pessoas que não conhece.
Para funcionar, o contato precisa ter salvo o número da empresa. Sem isso, a mensagem não chega. Esse detalhe muda a abordagem: antes de usar o canal, a empresa precisa dar um motivo para o cliente querer estar lá, um conteúdo exclusivo, uma oferta antecipada, uma informação que ele não encontra em outro lugar.
8. Promoções
Promoção não é só desconto. É o momento em que a empresa cria uma condição diferente do habitual, e isso muda quem presta atenção.
Um produto que ninguém considerava comprar entra no radar quando o preço muda. Um serviço que parecia caro se torna acessível com uma condição especial. A promoção não convence quem nunca ouviu falar da marca, mas convence quem já estava considerando e precisava de um último motivo para decidir.
O gatilho que faz a promoção funcionar é a escassez. Prazo definido, quantidade limitada, condição que não se repete. Sem isso, a promoção vira preço permanente, e perde o poder de gerar ação imediata. A Amazon entendeu isso com a Black Friday e depois com o Prime Day, datas específicas, ofertas por tempo limitado, senso de urgência real. O resultado é que o consumidor planeja a compra em torno dessas datas, não ao contrário.
O cuidado é não usar promoção como muleta. Marca que vive de desconto em vendas treina o cliente a nunca pagar o preço cheio.
9. Anúncios patrocinados
A diferença entre anúncio que gera resultado e anúncio que gera apenas gasto está na segmentação. Plataformas como Meta e Google permitem definir cargo, idade, localização, comportamento, interesse, e cruzar esses filtros até chegar num público específico o suficiente para que a mensagem faça sentido. Um anúncio genérico para todo mundo é caro e pouco eficiente. Um anúncio para quem já tem o problema que você resolve é canal.
O retorno aparece rápido, essa é a principal vantagem em relação ao conteúdo orgânico, que leva meses para ganhar tração. Mas o anúncio para quando o orçamento para. Por isso as empresas que crescem de forma consistente usam mídia paga para acelerar, não como único canal.
O que aprendemos investindo em mídia paga no Moskit
Investimos esperando resultado rápido, e ele veio. Só que o volume de leads escondia um problema de retenção. Muitos chegavam sem contexto, não tinham urgência, não estavam no momento certo. Assinavam, mas churnavem em 30 ou 60 dias.
A mudança foi afunilar a segmentação. Ao focar em quem já tinha o problema claro, o ciclo de churn diminuiu e as conversas com o time de vendas ficaram mais produtivas. Anúncio bom não é o que traz mais lead. É o que traz o lead certo.

Imagem 4 - Exemplo de anúncio patrocinado
10. Call to action
Todo conteúdo precisa de um próximo passo. Sem ele, o leitor lê, gosta, e vai embora.
O call to action é a instrução que transforma interesse em ação. Baixe, assine, fale com um especialista, experimente grátis. Parece simples, e é. O erro mais comum não é não ter CTA, é ter vários ao mesmo tempo. Quando o leitor tem três opções, a chance de ele não escolher nenhuma é maior do que se tivesse apenas uma.
Um bom CTA tem três características: é específico sobre o que o leitor vai fazer, é claro sobre o que ele vai ganhar, e aparece no momento certo, depois que o conteúdo já criou o contexto para a ação fazer sentido. "Fale conosco" não é um CTA. "Teste grátis" é.
11. Programa de indicação
A indicação é a ação mais antiga de marketing, e continua sendo uma das mais eficientes porque quem indica empresta a própria credibilidade junto com a recomendação.
Um cliente satisfeito que indica a empresa para um colega não está só passando um contato. Está dizendo: "eu confio nisso, e você pode confiar também." Esse peso não tem equivalente em anúncio ou conteúdo. O lead que chega por indicação já chegou com uma camada de confiança que nenhuma campanha constrói do zero.
O programa de indicação formaliza esse processo. Em vez de esperar que a indicação aconteça de forma espontânea, a empresa cria uma estrutura, define o benefício para quem indica, simplifica o caminho para fazer a indicação, e acompanha os resultados.
O cuidado é com o benefício. Ele precisa ser relevante o suficiente para motivar a ação, mas não pode ser o único motivo pelo qual o cliente indica. Quem indica só pelo desconto para de indicar quando o desconto acaba. Quem indica porque acredita no produto continua indicando mesmo sem incentivo.
Como estruturamos o programa de parcerias no Moskit
Vários clientes já indicavam o Moskit de forma espontânea para os próprios clientes. Esses leads chegavam diferentes: sabiam o que queriam, entendiam o produto, tinham menos dúvidas.
Quando percebemos isso, decidimos estruturar o processo. Se as indicações já aconteciam sem incentivo, o que aconteceria se facilitássemos e recompensássemos? O fluxo cresceu e a qualidade dos leads se manteve. Quem chega pelo programa de parceria já vem com uma camada de confiança que nenhum anúncio constrói do zero.

Imagem 5 - Exemplo de benefícios do programa de parceria do Moskit
12. Marketing de relacionamento
Conquistar um cliente novo custa mais do que manter um. Esse dado é repetido há décadas no marketing, e continua sendo ignorado por empresas que investem tudo em aquisição e quase nada em retenção.
Na prática, isso começa por ouvir. Abrir espaço para depoimentos, responder avaliações negativas com atenção, fazer pesquisas de satisfação que realmente geram mudança, essas ações mostram ao cliente que a opinião dele importa além do momento da compra.
O cliente que se sente parte de algo não compara preço com a concorrência da mesma forma. Esse é o retorno real do relacionamento.
Erros na hora de executar as ações de marketing
É preciso ficar atento para não cometer os principais erros na hora de executar ações de marketing, confira:
-
Falta de compreensão do público-alvo: Não entender quem são os clientes ideais e quais são suas necessidades, desejos e comportamentos pode levar a estratégias de marketing ineficazes.
-
Ausência de objetivos claros: Não estabelecer metas mensuráveis e específicas pode resultar em campanhas de marketing que não alcançam resultados tangíveis.
-
Não investir em branding: Ignorar a construção de uma identidade de marca consistente pode dificultar a diferenciação no mercado e afetar a confiança do consumidor.
-
Falta de consistência na mensagem: Mensagens de marketing inconsistentes em diferentes canais e campanhas podem confundir os consumidores e prejudicar a percepção da marca.
-
Não acompanhar o retorno sobre o investimento (ROI): Não medir e analisar os resultados das campanhas de marketing torna difícil determinar o sucesso e fazer ajustes necessários para melhorar o desempenho.
-
Ignorar o poder do marketing de conteúdo: Não priorizar a criação de conteúdo relevante e valioso pode resultar em uma perda de oportunidades de engajamento e conversão.
-
Não otimizar para dispositivos móveis: Com o aumento do uso de dispositivos móveis, ignorar a otimização de sites e campanhas para essas plataformas pode resultar na perda de uma grande parcela do público-alvo.
-
Não personalizar as mensagens: Enviar comunicações genéricas e não personalizadas pode levar a uma baixa taxa de engajamento e até mesmo afastar os clientes.
-
Depender apenas de uma estratégia de marketing: Apostar todas as fichas em uma única estratégia de marketing, sem diversificação, pode expor a empresa a riscos e limitar seu potencial de alcance.
-
Não ouvir o feedback dos clientes: Ignorar o feedback dos clientes pode resultar na falta de compreensão das necessidades do mercado e na incapacidade de adaptar as estratégias de marketing de acordo.
-
Não estar atento às tendências do mercado: Não acompanhar as tendências e inovações do setor pode levar a empresa a ficar para trás em relação à concorrência.
-
Não manter uma presença consistente nas mídias sociais: Abandonar ou negligenciar contas de mídia social pode prejudicar a reputação online da empresa e afetar o envolvimento do público.
Perguntas frequentes sobre ações de marketing
Por onde devo começar se nunca investi em marketing antes?
Comece pelo que você já tem, a base de clientes. E-mail marketing e programa de indicação custam pouco, não dependem de plataforma externa e falam com quem já conhece o seu produto. Só depois de ter esse processo funcionando faz sentido investir em mídia paga ou influenciadores.
Preciso estar em todos os canais ao mesmo tempo?
Não. Estar em muitos canais sem consistência é pior do que dominar um só. Escolha um ou dois canais onde o seu público está de fato, execute bem e só expanda quando tiver processo rodando.
Qual a diferença entre marketing de conteúdo e anúncio patrocinado?
O conteúdo demora para dar retorno, mas continua trabalhando depois que você para de investir. O anúncio gera resultado rápido, mas para quando o orçamento para. Os dois se complementam: o conteúdo constrói autoridade no longo prazo, o anúncio acelera resultado no curto.
Como saber se uma ação de marketing está funcionando?
Defina antes de começar o que você vai medir. Taxa de conversão para testes gratuitos, custo por lead para anúncios, taxa de abertura para e-mail. Sem métrica definida antes, qualquer resultado parece bom ou ruim sem contexto real.
Promoção e desconto prejudicam a percepção da marca?
Depende da frequência. Uma promoção com prazo definido e motivo claro gera urgência sem desvalorizar o produto. Promoção toda semana treina o cliente a nunca pagar o preço cheio. A diferença está em usar promoção como acelerador pontual, não como estratégia permanente.
O que torna um programa de indicação bem-sucedido?
O cliente precisa estar satisfeito com o produto, o processo de indicação precisa ser simples e o benefício precisa ser relevante. Programa de indicação que compensa cliente insatisfeito não resolve o problema certo.
Marketing de relacionamento é só mandar e-mail para a base?
Não. É ouvir, responder avaliações negativas com atenção, perguntar o que melhorar e agir em cima do que o cliente diz. O e-mail é um dos canais, mas o relacionamento é o que acontece quando o cliente percebe que a opinião dele mudou alguma coisa.
O primeiro passo é mapear seu processo
Marketing traz o lead. Processo comercial fecha a venda. Sem os dois, um sabota o outro.
Baixe gratuitamente o playbook de vendas do Moskit e monte a estrutura que faz o marketing que você acabou de ler realmente virar receita.

