Entendendo o que é SEO

Entendendo o que é SEO

Já imaginou como seria bom para o seu negócio se o seu site estivesse posicionado nos primeiros resultados de busca do Google sem precisar pagar para estar ali?

Se você tem noção das oportunidades que podem surgir com isso, mas não tem ideia de como colocar suas páginas nesse patamar, então você precisa saber o que é SEO e aprender as suas melhores práticas.

Neste artigo, vamos descomplicar o conceito de Search Engine Optimization. Além disso, abordaremos sua importância em estratégias de marketing digital. No fim, listaremos as principais técnicas para fazer seu site ser melhor posicionado nos buscadores.

Preparado? Então vamos lá!

Mas afinal, o que é SEO?

SEO é um conjunto de práticas voltadas para a otimização de páginas de sites, e-commerces e blogs para os motores de busca, como o Google e o Bing.

Suas técnicas envolvem elementos como palavras-chave, qualidade do conteúdo, link building e muitos outros que veremos mais à frente.

Seu objetivo é aumentar o fluxo de visitantes, leads e clientes de um site ao colocá-lo entre os principais resultados de pesquisa nos buscadores – e tudo isso de forma orgânica, sem precisar anunciar.

Mas por que os primeiros resultados são tão importantes? Saiba que, segundo um artigo publicado no blog da Protofuse, a primeira página do Google é responsável por 33% dos cliques das pesquisas feitas.

No comparativo entre os resultados orgânicos e patrocinados, o primeiro grupo leva uma larga vantagem. De acordo com a mesma publicação, 90% dos cliques são feitos nos links não patrocinados e apenas 10% nos pagos.
Em suma, o SEO trabalha para fazer o seu site ser bem posicionado na camada majoritária de cliques do site mais acessado mundo!

Por que ele é tão fundamental no Marketing Digital e no Inbound Marketing?

Porque é o SEO que fará suas ações de marketing serem bem vistas aos olhos do Google e de outros buscadores.

Trata-se de um complemento às estratégias de marketing digital. Por exemplo, no Inbound Marketing, você cria conteúdos de qualidade para, entre outras finalidades, educar o mercado e passar uma boa percepção à sua persona, certo?

Além de divulgar esses conteúdos em blogs, redes sociais e e-mail marketing, você também precisa da audiência enorme que vem dos motores de buscas.

E é aí que o SEO entra. Suas técnicas ajustam os conteúdos e as páginas onde eles serão postados para ficarem amigáveis aos algoritmos do Google.

O que o Search Engine Optimization faz é acrescentar referências para tornar o seu site mais relevante aos buscadores e, consequentemente, aos seus usuários.

Mas não é só isso. Há de se ressaltar outras duas justificativas que provam o valor do SEO:

Gasta-se pouco para conseguir exposição sem ser invasivo

Um bom trabalho de otimização para buscadores pode entregar visibilidade por um baixo custo. As despesas só existem com o tempo de trabalho da sua equipe interna ou de alguma agência contratada. Quase todas as práticas de SEO não exigem qualquer tipo de investimento.

A propósito, esse é um dos motivos para o SEO ser um dos pilares do Inbound Marketing. Essa última metodologia se baseia muito na ideia de atração natural de visitantes, leads e clientes, ou seja, fazer as pessoas chegarem até as empresas no momento certo e com autonomia.

E o uso dos motores de busca faz todo o sentido para atingir esse objetivo. Afinal de contas, são as pessoas que tomam a iniciativa de utilizar o Google para solucionar alguma dúvida, problema ou procura.

Imagine que você tem um blog e escreveu um texto sobre “5 tendências para pequenas empresas em 2017”. As pessoas que acessarem o Google ou o Bing procurando por algo relacionado poderão ter contato com o seu link. Caso pareça interessante, as chances de cliques são boas.
Perceba que esse mecanismo não puxa a necessidade de promover anúncios, links ou posts patrocinados.

Pode gerar tráfego qualificado

Tráfego qualificado é o constituído por pessoas com algum interesse em seus conteúdos ou ofertas. O SEO também tem o papel de trazer esse tipo de visitante chegar ao seu site ou blog.

O exemplo usado no tópico anterior, do hipotético texto “5 tendências para pequenas empresas em 2017”, é útil para explicar essa questão do tráfego qualificado. Basta entender que as pessoas que procuram, por exemplo, por palavras-chave como “tendências para pequenas empresas” ou “novidades para pequenas empresas 2017” já são naturalmente interessadas no assunto.

Esse é o poder de segmentação das palavras-chave e dos motores de busca. Logo, o SEO será importante não só para trazer visibilidade, como também exposição para as pessoas certas.

Quais são as principais práticas de SEO?

Estudos apontam que a lista de fatores que influenciam o ranqueamento do Google pode chegar a 200 itens. Por se tratar de um conjunto muito grande, resolvemos destacar 8 dessas práticas neste post.
Essas ações não garantem que o seu site será o primeiro resultado para todas as palavras-chave que você utiliza. No entanto, a adoção delas certamente fará uma diferença positiva com o tempo. Acompanhe:

1. Definição de palavras-chave

As palavras-chaves são as formas pelas quais as pessoas retratam suas pesquisas nos motores de busca. Por essa razão, elas se tornam o fator mais importante de otimização para os seus conteúdos.

São esses termos destacados que apontarão, para os buscadores, o que conteúdo de uma determinada página aborda.

Por exemplo, se você tem um artigo no seu blog que fala sobre “economia de combustível para carros” e escolher a palavra-chave “economia de combustível”, o algoritmo do Google entenderá que o conteúdo fala sobre economia de combustível.

Assim, o link desse texto será indexado às pesquisas das pessoas que procurarem por essa palavra-chave (com termos exatamente iguais ou parecidos).

2. Otimização de palavras-chave

Agora, imagine se as pessoas que procuraram por “economia de combustível” estavam interessadas em entender como economizar em motos ou em caminhões? Provavelmente, seu conteúdo não será interessante para elas.

Por isso que é importante otimizar esses termos. A melhor forma é apostando na palavras-chave long tail. Elas são mais específicas, extensas e atraem um público mais restrito. Entretanto, serão alcançadas somente as pessoas com real interesse no assunto.

Outra maneira de otimizar as palavras-chave é procurando por mais informações sobre elas. Ferramentas como Keyword Planner e SEMrush podem ser muito úteis para revelar dados como volume médio de buscas por um termo, concorrência, etc.

A melhor combinação são as palavras-chave com alto volume de buscas e concorrência de média para baixa.

3. Ajuste dos títulos

Você pode não ter percebido, mas grande parte das páginas possuem um título para os motores de busca (também conhecido como SEO Title) e outro interno.

O primeiro é o que aparece para você quando realiza uma pesquisa no Google. Ele deve ser objetivo, atraente e explicar, em até 63 caracteres, o que o seu conteúdo promete entregar. É o primeiro impacto que o público tem com sua página antes de acessá-la.

O segundo é interno, normalmente uma cópia do que aparece nos resultados de pesquisa. No entanto, ele não possui limitações de caracteres, logo, você pode explorá-lo um pouco mais para convencer o leitor a consumir seu conteúdo.

É imprescindível que, em ambos, a palavra-chave apareça – de preferência, mais à esquerda

4. Acerto das Meta Descriptions

A meta description é aquele texto que aparece embaixo do título nos resultados de pesquisa. As palavras-chave não precisam aparecer nesse trecho, mas é sempre bom. Além disso, você deve assegurar que ela resuma bem o conteúdo da página e reforce o interesse do usuário em clicar para saber mais.
Detalhe importante: assim como os títulos, as meta descriptions também sofrem uma limitação do Google. Por isso, tente não escrever mais do que 150 caracteres.

5. Distribuição moderada de palavras-chave nos conteúdos

As palavras-chave também precisam estar presentes em pontos estratégicos dos seus conteúdos. Para facilitar a vida dos robôs do Google, coloque os termos destacados no começo do texto, em pelo menos um subtítulo e algumas vezes durante post, mas sem exageros.
Você também pode utilizar sinônimos das suas palavras-chave, pois os algoritmos são capazes de entender essas variações. O importante é deixar a leitura dos seus conteúdos da forma mais natural possível.

6. Otimização de imagens

Como o Google não lê as imagens como nós lemos, o ajuste para elas demanda algumas técnicas específicas, como:

Nomear o arquivo da imagem com uma pequena descrição e a sua palavra-chave (os termos devem ser separados por hifens e não por espaços, pois os robôs não leem espaços);

Inserir um texto alternativo para todas as imagens. Por meio da alt text (ou alt tag), você deve descrever suas imagens em poucas palavras para que o Google entenda do que ela se trata. Além disso, essa descrição é importante para leitores de tela, muito usados por deficientes visuais;

Reduzir e compactar o tamanho das imagens, mas sem perder a qualidade delas. A ideia é aumentar a velocidade de carregamento das páginas, que também é um dos critérios de ranqueamento do Google.

7. Produção de conteúdo de qualidade

No SEO, conteúdos bem produzidos e com informações relevantes não são bons apenas para os leitores.

Os motores de busca também valorizam os sites que publicam esses materiais com frequência, visto que eles costumam segurar os visitantes por mais tempo na página, são mais compartilhados e mencionados nas redes sociais, enfim, deixam a impressão, para os algoritmos, de que os usuários tiveram uma boa experiência.

8. Construção de link building

Link building contempla uma série de ações para conseguir a maior quantidade de links relevantes vindos de outros sites.

Os bons conteúdos, como textos completos, estudos, e-books e vídeos, são naturalmente compartilhados por sites e blogs que pensam que informações trabalhadas são úteis para o seu público.

Mas também não dá só para esperar a boa vontade dos outros. Você também pode negociar o envio de links de outros sites relevantes negociando diretamente com eles. É possível, por exemplo, fazer posts como convidado em seus blogs – prática conhecida como Guest Blogging.

Saber o que é SEO não é tão difícil assim, o que dá mais trabalho é implementar suas técnicas e as manterem atualizadas. Ainda assim, é um esforço que vale a pena, pois as práticas de otimização podem colocar seu site nos primeiros resultados de busca do Google.

Com isso, você será capaz de atrair mais consumidores interessados, converter novos leads e gerar oportunidades de negócio.

Com tantas práticas de SEO para dar conta, uma ajudinha pode até cair bem, não é verdade? Pensando nisso, temos um post que pode facilitar as coisas para você: Conheça as 63 ferramentas de SEO gratuitas que vão dar um boost na sua estratégia! Não deixe de conferir.

Texto escrito pela equipe da Rock Content